Nos 28 dias da gestão do Ministro Teich, houve bem menos coletivas falando com a população, em comparação com seu antecessor. Outra característica dele foi não defender o uso da Cloroquina como protocolo para tratamento de COVID 19 e não estimula o fim do isolamento.
Aliás, o ex-Ministro Teich pesquisou entre os Hospitais que utilizaram a Cloroquina, os resultados obtidos e ficou convencido de que não é viável a recomendação de seu uso.
Há probabilidade do novo Ministro
ser um General: Eduardo Pazuello, que já está respondendo pelo cargo interinamente. Ele compartilha das ideias com Bolsonaro.
Além dele, a médica oncologista Nise
Yamaguchi defende o uso da Cloroquina, ainda que em dose menor, segue alinhada
com o pensamento presidencial.
Não podemos esquecer, ainda, do
Deputado Osmar Terra. Esse reflete o desejo do Presidente a respeito de fazer a
economia voltar a funcionar.
Será que somente eu acho estranho
uma pessoa que não entende de medicação, de doenças, de pesquisas, interferir
tanto no que é melhor para a saúde dos pacientes?
E em breve, já anunciado pelo
Presidente da República, será alterado o protocolo, para que o médico que
queira usar a Cloroquina, não seja punido por não estar aprovado no protocolo.
O Presidente já deixou bem claro
que a sua vontade deve prevalecer. Talvez ele devesse assumir o cargo de
Ministro da Saúde também. Assim, evitaria cerimonias de posse desnecessárias,
coletivas de imprensa e outros desgastes.
Afinal, seja quem for que assumir a pasta, será apenas um boneco, sem exprssão e opinião, prevalecendo a lealdade ao Presidente.
A conclusão a que chegamos é a contaminação de um governo que não admite ideias proprias de seus Ministros. Infelizmente, essa contaminação se alastra a quem não tomar os devidos cuidados. Fique atento com a intolerância. E jamais seja um Ministro da Saúde nesse desgoverno.