“Se eu não confiar num homem que ficou 27 anos no Congresso e não se corrompeu, eu vou confiar em quem?”
Mais uma vez leio algo que me impulsiona a escrever.
A frase acima foi escrita por um colega, universitário, que
vê no atual Presidente da República um exemplo de honestidade.
Basta uma pesquisa rápida para saber se realmente essa capa
de honestidade está sobre o maior representante da nação.
Só vou citar o esquema das “rachadinhas”, como ficou
conhecida a prática de desvio de parte do salário de um servidor e/ou funcionário
para o parlamentar.
O esquema foi relatado e investigado na Assembleia
Legislativa do Rio de Janeiro, em que o filho do Presidente, Flavio Bolsonaro,
pratica há anos.
Mas antes que o leitor diga: “ah, mas era o filho dele!! Eu
não votei no filho!”, já há provas de que o esquema ilegal foi praticado nos
anos em que o senhor Jair Bolsonaro foi deputado na Câmara.
Imaginem, que os servidores tinham de devolver até 90% do
salário, segundo apurações e denúncias de ex-servidores.
Tudo isso sem falar na interferência do Presidente na
Polícia Federal na investigação dos seus filhos. Ora, quem não deve, não teme.
Tudo isso parece não ser considerado como atos de corrupção
pelos seus eleitores. E assim, Bolsonaro vai passando com sua auréola aos olhos
de algumas pessoas. Acreditamos que em breve, esse número de fiéis diminua ao
ver a verdadeira capa que cobre o seu “Messias”.