Um cenário indefinido para as
próximas eleições para a Prefeitura de São Paulo.
Isso se deve tanto à doença do
natural candidato à reeleição, quanto à pipocação de vários nomes interessados
em disputar.
O atual partido do Presidente da
República, o Aliança pelo Brasil, pode não estar apto até a data de registro
das candidaturas, que é 15/08/2020.
Mesmo assim, muitos eleitores bolsonaristas
seguem aguardando que seu líder indique um nome para votarem.
Alguns liberais já estão
flertando com Bolsonaro: nomes como Andrea Matarazzo (PSD) e Arthur do Val
(Patriotas). No PSDB, a atual notícia da doença do Prefeito o tornou mais
conhecido. Infelizmente isso conta muito para o eleitorado: a imagem de um
candidato que luta para viver, que é guerreiro e não se entrega fácil.
No PT, há forte pressão para
Haddad concorrer, porém, outra ala acha que após ele ter ganho a visibilidade
nacional, não seria prudente ser candidato (novamente) à Prefeitura de São
Paulo. Até o momento, o PT tem seis pré-candidatos: Carlos Zarattini, Paulo
Teixeira, Alexandre Padilha (ah não...denovo esse sem-sal!), Jilmar Tatto,
Eduardo Suplicy (o retorno) e o vereador Nabil Bonduki. Essa briga não vai ser
fácil.
E não podemos esquecer da
Deputada Federal Joice Hasselmann (PSL). Ela pode ter perdido uns votos
bolsonaristas, mas ainda está na corrida.
Não podemos deixar de falar da
Deputada Janaína Paschoal (PSL) que anda atacando seu ex-colega de partido,
Bolsonaro, sempre que tem a oportunidade. A última foi a agressão verbal que ele
proferiu contra uma jornalista. Sem dúvida, a Deputada Janaína já o criticou e
está tentando, dessa maneira, ganhar a simpatia das eleitoras que repudiam tal
conduta machista.
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