Em um dos cenários, a segunda
posição ficaria empatada: Marta Suplicy (PMDB) com 13%, Datena (PP) com 13% e Fernando
Haddad (PT) com 12%. Nessa simulação, o candidato do PSDB é João Dória Júnior,
que apresenta 3% dos votos.
Em outro cenário, quando o PSDB
altera seu candidato para o atual vereador Andrea Matarazzo, continua igual
para Russomanno: ele ganha 34% das intenções de voto, enquanto o tucano 4%. Os
demais candidatos citados continuam empatados no 2º lugar.
Junto a essa pesquisa, o Datafolha
divulgou a pesquisa de avaliação do governo Haddad: 51% aprovam (ótimo e bom) e
49% desaprovam (entre regular e ruim/péssimo).Coerentemente, cruzando as duas
pesquisas, dentre os que avaliam a gestão Haddad como ótima e boa, a maioria
votaria pela continuidade de seu governo.
Já entre os que acham o governo
ruim ou péssimo, a indecisão ainda é grande em quem poderá substituir o atual
prefeito.
Há quem diga que a rejeição à
Haddad faz parte da rejeição ao PT, considerando que os protestos contra a
Presidente Dilma tiveram grande participação em São Paulo. Não estranhem se
durante a campanha, Haddad começar a criticar a política de Dilma.
E por que não considerar as
medidas polêmicas que o prefeito adotou nos últimos anos? Medidas que geraram
discussões e partidarismos extremos, como a redução da velocidade, o fechamento
da Paulista para os carros, as ciclovias...
Não teriam sido essas medidas que
levaram ao alto índice de rejeição do prefeito?Impressionante notar a falta de competitividade dos candidatos tucanos. Tanto o candidato João Dória Jr. quanto o Andrea Matarazzo, perdem para o pastor Marcos Feliciano (PSC). Vejam só! Essa falta de pessoas de peso no PSDB pode levar a um resultado inusitado: aventureiros governando a maior economia do país.
Não há consenso dentro do PSDB
para indicar um nome. Fernando Capez, presidente da Assembleia Legislativa de
São Paulo, os deputados federais Bruno Covas e Ricardo Trípoli, o senador José
Aníbal e assim vai, até que surjam outros. As opções são muitas, porém todas
fracas, sem peso político. Quem discorda tem a liberdade de opinar aqui.
Tem gente que olha o copo meio
vazio e outros olham o copo meio cheio:"O importante não é o candidato do PSDB estar com percentual baixo de votos, pois na última eleição, Haddad começou com 3% e venceu!", diriam os tucanos.
"O importante não são os 49% de ruim/péssimo e regular, mas os 51% de ótimo/bom", diriam os petistas.
E assim vai.
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